Eduardo Quive foi distinguido na categoria de Conto, com "Mutiladas", e Sangare Okapi venceu na categoria de Poesia, com o livro "Utsi: Para hienas em 7 andamentos".
Nesta edição, os dois escritores integravam a lista dos dez finalistas seleccionados pelo júri entre 63 candidaturas, submetidas por 22 editoras moçambicanas sendo 34 obras de poesia e 29 de prosa.
O Prémio Literário Mia Couto é promovido pela Cornelder de Moçambique, em parceria com a Associação Kulemba, com o propósito de reconhecer e incentivar a produção literária moçambicana.
Eduardo Quive é escritor, jornalista e produtor cultural. Iniciou a sua trajectória na área da comunicação por volta de 2010, dedicando-se ao jornalismo cultural a partir de 2012, com passagens por jornais, revistas e televisão.
É autor das obras “Lágrimas da Vida Sorrisos da Morte”, “Laços Poéticos”, “O Abismo aos Pés” e “Contos e Crónicas para Ler em Casa” (volumes I e II).
Sangare Okapi é professor, formado em Ensino de Língua Portuguesa, e autor de livros de poesia, com temáticas centradas no “eu” e no erotismo. Nas suas obras, surgem referências a escritores moçambicanos e a literaturas de outras partes do mundo.
Entre as suas obras destacam-se Inventário de angústias ou apoteose do nada (2005), Mesmos barcos ou poemas de revisitação do corpo (2007), Mafonematográfico também círculo abstracto (2011) e Os poros da concha (2018).



